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Por que contratar uma consultora de estilo?

23.03.2017

 

 

Quando se fala em “consultoria de estilo” ou personal stylist , como é mais comum de se ouvir, muita gente deve logo pensar naqueles programas de tv em que as pessoas ficam criticando as roupas das outras e listando uma série de regras pra se vestir. Há também quem veja a coisa como uma grande futilidade, algo superficial e desnecessário, e pense “por que eu pagaria pra alguém dizer como devo me vestir?”

 

A resposta é simples: porque se vestir, mesmo não sendo tão primordial quanto comer, é uma necessidade básica. Afinal de contas, a gente tem que se vestir sempre, certo? É algo que precisamos fazer todos os dias pra poder sair de casa, independente do lugar e sem dúvida, a maneira como você se veste determina como os outros irão te tratar.

 

Então, não, consultoria de estilo não tem nada de frescura, de superficialidade, muito menos tem a ver com essas regras rígidas que aparecem nos programas de tv. É uma questão de estilo de vida, de autoconhecimento. É poder se divertir nesse processo de escolher roupas, montar o nosso próprio quebra-cabeça e apresentar a nossa melhor versão pro mundo.

 

E eu, como consultora de estilo, muito longe de jogar mil regras chatas no seu colo, funciono muito mais como um guia nessa história, alguém que pode te ajudar a solucionar várias dúvidas relacionadas a vestir.

 

 

 

 

 

O jeito que a gente se veste, assim como jeito nos vemos e como somos vistos, sofre influências de todos os lados. Rola uma boa interferência da sociedade, da mídia, da família, do nosso relacionamento, dos colegas de escola/trabalho, de quanta grana tem disponível e do local que a gente mora…

 

Em várias situações pode até ficar difícil balancear as coisas e entender porque entramos num determinado fluxo de pensamento. Quer ver um exemplo? Quando você pensa “nossa eu queria tanto usar uma roupa igual a da atriz da novela!”, logo aparecem um milhão de outras questões: “mas onde eu encontro? E se eu encontrar, será que vai ser caro? Será que vai ficar boa em mim? E se ficar muito curta, será que vou conseguir usar pra pegar ônibus? Será que todo mundo vai ficar olhando? Dá pra usar pra trabalhar?”, e assim por diante. Quem nunca passou por isso que atire a primeira pedra.

 

Isso acontece porque realmente tá tudo interligado: a mídia que te apresentou uma roupa, a influência da propaganda, aquele desejo de comprar, a oferta do produto, sua situação financeira, o seu tipo físico e como você se sente com relação ao seu corpo, o tipo de transporte que você usa e os ambientes em que transita. TUDO isso pesa na decisão de usar essa ou aquela peça de roupa.

 

Somos influenciadas por regras não declaradas, por valores morais quase invisíveis, mas que a gente sabe que estão ali, e até mesmo por leis específicas - até onde eu sei é atentado ao pudor sair pelada, né?

 

Então, como existem certas regras e códigos de conduta por aí, é super importante conseguir ler as entrelinhas. Porque dependendo dos lugares em que a gente transita – nosso trabalho por exemplo - é preciso se adequar (o que não significa abdicar da sua identidade) para conseguir passar a informação de imagem que você deseja naquele contexto.

 

Eu acredito fortemente que aplicar um determinado esforço em diferentes situações da vida - ao se vestir, em nossos relacionamentos afetivos, no trabalho e em ser uma pessoa melhor em geral - traz grandes recompensas e que tudo que a gente faz com propósito tem grandes chances de funcionar (se vestir inclusive).

 

Porém, isso não significa ceder à pressão social ou tentar agradar a todos com o seu jeito de vestir. É, em primeiro lugar, uma questão de se conhecer melhor, de agradar a si mesma,  para só então decidir, conscientemente, o que você quer usar, em que tipo de roupa vale investir o seu tempo, seu dinheiro, como ela valoriza seu corpo e que códigos e mensagens transmite.

 

A consultoria de estilo ajuda a criar esse discernimento. Não é mágica, ninguém nasce especialista em estilo, mas tá tudo aí disponível pra quem quiser se tornar. É só observar mais (dentro e fora) tudo o que a gente tem disponível e usar isso pra oferecer pro mundo a nossa melhor versão.

 

 

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